Mitos e verdades sobre Intercâmbio Teen e High School

Cada vez mais cedo os brasileiros têm começado a pensar em fazer um intercâmbio. São crianças e adolescente que por meio de amigos e da internet descobrem que existem muitas formas e modalidades para viver uma experiência no exterior. Na CI Intercâmbio e Viagem, os programas voltados para esse público tiveram grande crescimento em 2017, o High School – ensino médio no exterior, cresceu 40% e o Intercâmbio Teen, realizado no período das férias escolares brasileira, aumentou 60%.

Então que tal tirar algumas dúvidas sobre intercâmbio Teen e High School? A CI dá aquela ajudinha para você saber um pouco mais sobre estes programas.

 

Crianças e adolescentes são muito novos para fazer intercâmbio?

Intercâmbio Teen – Mito. O programa é voltado para crianças e jovens de 7 a 17 anos, então até os mais novinhos podem fazer este intercâmbio. “Ele acontece em janeiro e julho, período de férias escolares no Brasil, e pode ser feito em grupo, que conta com acompanhamento integral de um líder CI, ou individual, para aqueles que já se sentem seguros para irem sozinhos”, explica Gabriela Pereira, gerente de produtos da CI, responsável pelo Intercâmbio Teen.    

High School  – Mito também. Neste programa, o estudante está indo ao exterior para realmente cursar o Ensino Médio, então a idade deve variar entre 14 e 18 anos. “Ele poderá cursar de um semestre até um ano letivo. Mas é importante ficar atento as matérias exigidas pela Secretaria da Educação no Brasil, para quando retornar conseguir validar o que cursou durante o intercâmbio”, conta Bruna Siqueira, gerente de produtos da CI, responsável pelo High School.

 

É necessário dominar a língua estrangeira?

Intercâmbio Teen –  Neste caso, não. “Como o programa é para crianças e adolescentes, o grau de conhecimento da língua estrangeira varia muito. Por isso, há cursos de idiomas para todos os níveis e interesses”, garante Gabriela.

High School – Sim. “O adolescente precisa entender o idioma estrangeiro para acompanhar as disciplinas que irá cursar. O nível não precisa ser fluente, mas é preciso ter um bom entendimento da língua”, diz Bruna.


É preciso ser independente e responsável para um intercâmbio?

Intercâmbio Teen –  Estudar em um outro país exige sim que o jovem fique alerta com seus compromissos e não dependa dos outros assim como depende dos pais quando está em casa. Mas neste caso as crianças e os jovens são supervisionados com mais frequência, e podem deixar o intercambista mais seguro em relação aos seus afazeres fora do país.

High School – “No caso de morar fora para cursar o Ensino Médio exige mais independência e reponsabilidade sim”, alerta Bruna. É preciso fazer as tarefas e atividades da escola, estudar, manter sua rotina organizada no geral, além ir aberto para a adaptação em uma outra cultura.

 

Intercâmbio é só diversão?

Intercâmbio Teen –  Como é um curso de línguas que envolve várias atividades culturais, como conhecer pontos turísticos da cidade, é uma experiência que envolve uma boa dose de divertimento. “Mas é importante não deixar de lado um dos principais objetivos, que é aprimorar os conhecimentos do idioma estrangeiro”, explica Gabriela.

High School – “O jovem precisa saber que ele realmente está cursando o Ensino Médio, e é preciso seguir regras da escola e da hospedagem – seja em alojamento estudantil ou casa de família”, comenta Bruna. Mas também há diversas atividades culturais interessantes, como, por exemplo, o baile de formatura e o Halloween no caso de alguns países, além de viagens culturais a pontos turísticos, que são parte integrante do programa. “Dá para se divertir bastante também. Serão eventos que ficarão marcados para sempre na vida do estudante”, finaliza.

 

A saudade da família pode atrapalhar o intercâmbio?

Intercâmbio Teen –  O estudante e a família não ficarão distantes por muito tempo, então a saudade dificilmente atrapalha o intercambista neste contexto. “Ainda existe a possibilidade de fazer o intercâmbio em família, neste caso a saudade é nula”, explica Gabriela.

High School – Quanto mais longo o período de intercâmbio, maior pode ser a saudade dos parentes que ficaram no Brasil. “A família deve combinar a periodicidade do contato com antecedência. Alguns optam em apenas uma ligação por semana. São tantas atividades e novas experiências que os adolescentes costumam lidar muito bem com a saudade”, comenta Bruna.

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